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sábado, 28 de junho de 2014

Café e sua História




Claro que café é um dos meus temas preferidos.

A origem de transformar o fruto em bebida não tem uma referência concreta. Mas, há uma lenda que diz que um criador de cabras observou que os animais ficavam alegres e saltitantes ao consumirem o fruto do café. O pastor de cabras teria contado a um monge islâmico que passou a consumir o fruto em forma de infusão, o que teria dado origem ao café, na forma líquida e quente.

A planta é originária da Etiópia mas a Arábia foi responsável pela divulgação da cultura do café, tanto que a bebida era conhecido como "vinho da Arábia" na Europa.

No Brasil, o café chegou através de Belém, no norte do país e se espalhou rapidamente. Em pouco tempo, o café passou de produção secundária para a de produto-base da economia brasileira.
Passou a ser cultivado no Rio de Janeiro, mas em São Paulo é que a produção iniciou em forma acentuada.
As grandes safras de café começaram a ser exportadas pelo Porto de Santos, tornando-o o mais importante do País.

Atualmente, o Brasil é o maior produtor de café do mundo, e o segundo mercado consumidor, atrás apenas dos Estados Unidos.

Em Santos, no prédio da antiga Bolsa Oficial do Café, há o Museu do Café e uma cafeteria com diversos grãos de origens e tipos diversos, que podem ser consumidos ou adquiridos em forma de grãos e de pó. Fica no centro histórico da cidade, na rua XV de Novembro, 95. http://www.museudocafe.com.br/index.asp

Matéria obtido no site a ABIC - Associação Brasileira da Indústria do Café. http://www.abic.com.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?sid=38



domingo, 20 de fevereiro de 2011

Hino Oficial da Cidade de Santos

Hoje, olhando as postagens dos blogs que estão na coluna ao lado, no Blog do Mimi me chamou atenção o Hino da cidade de Santos, interpretado pelo Coral Municipal de Santos. Na postagem, este vídeo:



E aqui a letra do hino (fonte: http://www.santos.sp.gov.br/hinostos.php)


HINO OFICIAL DA CIDADE DE SANTOS

"SANTOS POEMA"
Música de Ernesto Zwarg e Antonio Bruno Zwarg

Santos poema, jardins pela praia
Cidade e porto de mar
Tens a magia de barcos estranhos
Na barra esperando adentrar
Morros, varandas alegres
Suspensas no arvoredo
Santos das ruas antigas
À beira do cais
Que escondem segredos

Tuas paineiras floridas
Salgueiros que choram
Nos velhos canais
Santos, cuidado menina
As tuas belezas
Não percas jamais

Os flamboians florescentes
Palmeiras imperiais
Ilha Urubuqueçaba
O verde reduto
Nas ondas do mar

Oh! Santos
És linda demais !

Lei nº 2.608 - Publicada no Diário Oficial de Santos - Página 9, em 31 de dezembro de 2008

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Ventos do Mar: A Abolição da Escravatura em Santos


Recentemente adquiri um livro, através do Ronaldo, da banca de antiguidades, chamado Ventos do Mar.  É de autoria da Dra. Maria Lucia Caira Gitahy, publicado pela Editora Unesp e Prefeitura Municipal de Santos em 1992, trata sobre os trabalhadores do Porto de Santos, Movimento Operário e Cultura Urbana em Santos, entre o final do século XIX e início do século XX. O livro é  resultado de mais de dez anos de pesquisa da autora.

Chamou-me a atenção, entre vários temas, a campanha para a abolição da escravatura na cidade de Santos, e até a lei criada um ano antes da Lei Áurea.
O caso das Senhoras de Santos que impediram o desembarque de um delegado vindo de São Paulo, acompanhado de força policial para prender os escravos fugitivos que chegavam em grande número á cidade, trazendo a família para trabalhar no Porto, e que se concentravam no Jabaquara, que era considerado pelas autoridades provinciais como "escândalo subversivo".


REPÚBLICA

Também as campanhas republicanas na cidade de Santos que provocaram reações negativas do Governo Imperial, indiferente à grave epidemia de febre amarela na cidade, que vitimou milhares de santistas.

Os dois assuntos foram tratados no livro, e aqui um trecho, à título de informação, e que podem ser aprofundados com a leitura do livro, em bibliotecas, e é difícil, porém possível, encontrar um exemplar do livro à venda em algum sebo.

Leia:


TEMPOS DE DEFINIÇÃO: OS ANOS 1880 E 1890

Na conjuntura conturbada dos últimos anos do Império, a cidade foi tomada pelas campanhas republicana e abolicionista, especialmente por esta última. A partir de 1870, após o término da Guerra do Paraguai, o movimento iniciou-se em Santos, acompanhando o conjunto do Estado, mas só durante os anos 1880 é que se ampliou, atingindo toda a população. De fato, os primeiros escravos a serem libertados foram os próprios trabalhadores do Porto. De acordo com José Maria dos Santos, havia em Santos um considerável número de escravos alugados como estivadores, trabalhadores em armazéns e carregadores de café. Após as manumissões, a quantia habitualmente paga aos donos como aluguel passou a ser paga aos próprios ex-escravos como salário. O número de escravos caiu rapidamente e a cidade tornou-se ponto de atração para jovens escravos ousados o suficiente para fugir e, enfrentando os precipícios escorregadios da Serra do Mar, atingir Santos e vir trabalhar no Porto.

Mas, foi só durante a década de 1880 que a campanha abolicionista ampliou-se atingindo toda a população da cidade. Das "damas" santistas que escondiam negros fugidos em seus quintais, pilares que eram das "ilustres" famílias da cidade, até os carroceiros portugueses ao lado dos quais começam a encontrar ocupação remunerada os libertos à força do famoso quilombo do Jabaquara ou do de Vila Mathias, passando pelos jornais locais, a "mocidade entusiasta", comerciantes, empregados da ferrovia, marinheiros, médicos, professores, funcionários e nos últimos anos até mesmo a polícia e a administração local aderiram ao movimento. Criou-se uma imprensa abolicionista, fizeram-se comícios e espetáculos; nas reuniões clandestinas organizavam-se operações  de resgate de escravos ou de refúgio dos mesmos. Santos tornou-se território livre dos abolicionistas. A 27 de fevereiro de 1866, uma lei municipal aboliu a escravatura na área sob sua responsabilidade. Uma sociedade, destinada a "efetivar" a lei, terminou com os últimos escravos do município no mês seguinte. 
É importante notar que a campanha ultrapassou o restrito círculo das "pessoas educadas" e ganhou as ruas. Tanto assim que ocorreram ações populares como, por exemplo, o resgate de dez negros, que haviam chegado a Santos dentro de pipas de vinho (com a conivência dos funcionários da ferrovia) e ficaram escondidos na casa de Geraldo Lemos, um despachante da alfândega: "dois capitães-do-mato, acompanhados de numerosa força policial autorizada até a violência pelo chefe de polícia de São Paulo", conseguiram capturá-los. A fuga foi planejada pelos abolicionistas:

Quando a carroça chegou às proximidades da Estação da Estrada de Ferro, já cerca de 500 populares aguardavam a sua passagem. Surgiu então um motim popular e o cidadão Fontes, distinto santista e excelente capoeira repentinamente derrubou em rasteiras os soldados de captura, enquanto o povo entre brados confundia-se com eles e Geraldo Leite saltava para (...) carroça tocando (...) para junto da água, onde uma embarcação (...) recebia os negros, carregando-os a força de remos para um dos navios franceses (...) que dias depois levava-os.

Quando a campanha atingiu seu pico, os escravos fugitivos que continuavam chegando a Santos em número cada vez maior, tornaram-se um problema. Já não se tratava mais de recolher subscrições ou de conseguir um emprego no cais, agora que mulheres e crianças começavam a chegar também. Foi assim que surgiu o já mencionado refúgio do Jabaquara.

... construiram-se madeira, de palha, de taipa e de folhas de zinco numerosas barracas e habitações ligeiras de todo gênero. Abriram-se caminhos, criou-se um pequeno comércio de varejo e, como por encanto, surgiu da noite para o dia a mais desconchavada e pitoresca das cidades, toda cercada de roças, com o azulado fumaçar dos fornos de carvão vegetal a cobri-la perenemente.

 O Jabaquara foi considerado um "escândalo subversivo" pelas autoridades provinciais. Um trem trouxe de São Paulo, um delegado acompanhado por força numerosa. No entanto, as senhoras de Santos cercaram o trem tão logo este parou na estação, impedindo qualquer pessoa de desembarcar. O delegado, surpreso e embaraçado, tentou sem sucesso negociar. Os trabalhadores da ferrovia, por sua vez, engataram uma locomotiva do lado oposto do trem e enviaram-no de volta à São Paulo. Esta teria sido a última tentativa oficial de acabar com o abolicionismo em Santos.

Com respeito à campanha republicana, o historiador José Maria Bello aponta que a mais radical era a liderada por Silva Jardim, republicano máximo da cidade, que advogava "a ação revolucionária na imprensa e nas ruas". Embora muito popular em Santos, "o mais apaixonado dos republicanos não conseguiu ser eleito" para a Assembleia Constituinte. O fato não chega a surpreender. Silva Jardim concorreu na capital da República onde também militava. Em 1890, só 5,5% da população do Rio de Janeiro votava. As multidões, que aplaudiam nas ruas o ardente tribuno, não podiam votar. Além disso, a própria direção do seu partido o temia. Desiludido com a República, viajou à Europa, onde morreu, perdido entre as lavas do Vesúvio.

Em Santos, durante a campanha republicana, mesmo a tradicional rivalidade entre os bairros do Valongo e dos Quartéis terminou. O mesmo ano viu a epidemia de febre amarela, que coincidiu com o revolvimento do lodo junto ao antigo Porto do Bispo, que teve lugar com as obras do cais. A epidemia durou de março a maio, ceifando mais de 700 vidas.

A população diminuía porque os mais abastados emigravam e os que ficavam iam sendo vitimados. Santos ficou deserta (...) nas ruas, de espaço a espaço ardiam barricas de alcatrão (...) desprendendo colunas de fumo negro.


A indiferença do Governo Imperial com a situação da cidade republicana foi um dos fatores apontados por Francisco Martins dos Santos par a radicalização da campanha na cidade. Enquanto o Governo Provincial não fez mais do que enviar um conto de réis como donativo, devolvido com indignação  pela Câmara Municipal, os membros do Partido Republicano santista organizava o combate à peste com os recursos da própria cidade. De acordo com o depoimento de uma testemunha:

Vieram do Rio algumas irmãs de caridade, que se internaram numa dependência do Convento do Carmo e no Mosteiro de São Bento, transformado em hospital. O teatro Rink era hospital; a Benificência Portuguesa abriu suas portas às vítimas da febre amarela; as redações dos jornais transformaram-se em postos de informações e mesmo em postos médicos, para acudir a qualquer chamado.

A atitude solidária do jornal A Província de São Paulo, na ocasião, veio, mais tarde, a cindir o Partido Republicano santista entre a candidatura de Júlio de Mesquita e a oficial do partido, de Bernardino de Campos. Estas duas facções, depois da Proclamação da República, agrupadas respectivamente no Centro Republicano e Clube Nacional, marcaram a política local. 

Este é um trecho do livro que também trata do movimento operário no porto de Santos, com muitas informações históricas. 
Sobre o texto acima, vale mencionar:

- A Estação da Estrada de Ferro refere-se à Estação da São Paulo Railway, no Valongo,  que fica bem próximo ao porto. A São Paulo Railway transformou-sem em Estrada de Ferro Santos Jundiaí. Atualmente, apesar do prédio da estação estar preservado, não há mais o uso como estação ferroviária.

- O Quilombo do Jabaquara existiu entre 1881 e 1898, no atual bairro do Jabaquara em Santos, na região atrás da atual Santa Casa de Santos se estendendo até próximo ao Túnel Rubens Ferreira Martins.

- A Província de São Paulo era o nome do atual jornal O Estado de São Paulo, o estadão.

- A banca do Ronaldo, citada no primeiro parágrafo e de quem adquiri o livro foi tratada aqui no blog, veja em: http://pechini.blogspot.com/2010/03/banca-de-antiguidades-do-ronaldo-no.html

- No Google, é possível encontrar referências sobre o livro "Ventos do Mar - Trabalhadores do Porto, Movimento Operário e Cultura Urbana em Santos, 1889-1914"  e também possível aquisição de exemplares. Pesquise aqui ou na caixa no campo de pesquisa nesta página.

- No jornal eletrônico Novo Milênio, do jornalista Carlos Pimentel Mendes, você pode se aprofundar à respeito do Quilombo do Jabaquara: http://www.novomilenio.inf.br/santos/h0222l.htm

sexta-feira, 12 de março de 2010

José Bonifácio de Andrada e Silva no Globo Ciência

Divulgação/TV Globo
Martim Andrada e Alexandre Henderson

 O Patriarca da Independência, José Bonifácio de Andrada e Silva é o personagem do programa Globo Ciência, da Rede Globo de Televisão, deste sábado, dia 13/03/2010, às 6h20 da manhã e no Canal Futura no domingo (14/03/2010, às 14:00 com horários alternativos - veja ao longo do texto). O programa faz parte da série dedicada aos grandes cientistas do Brasil e mostra um lado menos conhecido do ilustre santista: o de naturalista e mineralogista. O Globo Ciência conversa com o historiador e professor José Murilo de Carvalho, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, sobre a atividade política de José Bonifácio. O apresentador Alexandre Henderson bate papo com Martim Andrada, sétimo descendente em linha direta  sobre o lado familiar (Foto: Divulgação/TV Globo)




A história do cientista é contada por Alex Gonçalves Varela, mestre e doutor em Geociências e autor de várias obras sobre José Bonifácio, e pelo professor Carlos Alberto Lombardi Filgueiras, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, doutor em Química e especialista em História da Ciência.

Alex Gonçalves Varela fala sobre as pesquisas na área de mineralogia e Carlos Alberto Filgueiras sobre os trabalhos de José Bonifácio na área das Ciências Naturais.

GLOBO CIÊNCIA é uma iniciativa da Fundação Roberto Marinho, e exibido pela Rede Globo e Canal Futura. Exibições do programa sobre José Bonifácio no Canal Futura:
- domingo, 14/03/2010 - 14:00;
- madrugada de domingo para segunda, 15/03/2010 - 04:45;
- terça, 16/03/2010 - 22:30
- sexta, 19/03/2010 - 16:00. 
O Canal Futura pode ser sintonizado pela NET e também em canal aberto em diversas cidades do Brasil (em Santos, Guarujá, São Vicente e Cubatão, na Baixada Santista, canal 36 UHF - TV Ilha do Sol).





BIOGRAFIA DE JOSÉ BONIFÁCIO DE ANDRADA E SILVA

José Bonifácio de Andrada e Silva, cognominado o Patriarca da Independência, estadista brasileiro, nasceu em Santos, São Paulo, em 13 de junho de 1763. Foi professor de geognosia e metalurgia da Universidade de Coimbra, onde havia se graduado em Filosofia Natural e Direito Civil, e membro da Academia de Ciências de Lisboa.

Por ocasião da Invasão Francesa, em 1807, alistou-se no Corpo Voluntário Acadêmico, tendo servido como oficial e depois como comandante. Expulsos os invasores, tornou-se Chefe de Polícia do Porto.

Após retornar ao Brasil, dedicou-se ao estudo de minerais. Tornou-se figura de projeção política a partir de 1821, como vice-presidente da Junta Governativa de São Paulo.
Foi o primeiro brasileiro a ocupar um ministério, o do Reino, em janeiro de 1822. Sua grande capacidade, seus dotes de inteligência e de caráter tornaram-no, junto a Dom Pedro, o principal obreiro da Independência.

No Primeiro Reinado, ocupava a Pasta do Império quando, em 1823, com seu irmão Martim Francisco, afastou-se dos Conselhos da Coroa, iniciando a oposição a D. Pedro I.

Foi eleito para a Assembléia Constituinte de 1823. Nesse ano, teve sua prisão e deportação para a Europa, ordenadas por D. Pedro I. Tendo voltado ao Brasil em 1829, foi residir na Ilha de Paquetá, de cujo retiro saiu apenas para assumir a cadeira de Deputado pela Bahia, como suplente, nas sessões legislativas de 1831 e 1832. Reaproximou-se do Imperador que, ao abdicar à Coroa, em 1831, o indicou para tutor de seu filho - o futuro Dom Pedro II.

Foi destituído da tutoria, pela Regência, em setembro de 1833. Ficou em prisão domiciliar até 1835, quando terminou o processo-crime instaurado contra ele por conspiração e perturbação da ordem pública.

Mudou-se nos últimos dias de vida para Niterói, Rio de Janeiro, onde veio a falecer em 1838.
Praça da Independência, Praça José Bonifácio, Panteão dos Andradas e a casa da Rua XV de Novembro, no Centro da Cidade. Estes monumentos homenageiam o mesmo homem, um cientista, filósofo, poliglota e principalmente um líder político. Nascido em 13 de junho de 1763. Sua importância para o País e Santos é tamanha que até foi proposta a mudança do nome do município para Cidade Andradina ou Bonifácia, na época da elevação da categoria de vila à cidade.

José Bonifácio formou-se em Direito Civil e Filosofia na Universidade de Coimbra, em Portugal. Viveu muito tempo na Europa, recebendo na França influências do ambiente revolucionário. A família real sabia de sua capacidade e temia que ele próprio proclamasse a independência brasileira. Por isso, pagavam seus estudos e o mantinham longe. Chefe do Ministério de D. Pedro, Bonifácio planejou a separação a separação de Portugal e influenciou o príncipe a fazê-la.

E mais: por apenas dois dias de diferença, o famoso Grito do Ipiranga (Independência ou Morte) não foi dado em Santos. Era o que pretendia o Patriarca, ao trazer D. Pedro para cá pouco antes do fato. O príncipe teve uma indisposição e apressou seu retorno a São Paulo, proclamando a independência da Pátria na Capital.





"BONIFRASES" E MUITO MAIS NO SITE JOSÉ BONIFÁCIO OBRA COMPLETA

“O luxo custa mais do que vale; empobrece a muitos para enriquecer a poucos, sacrifica mil vidas para dar poucos prazeres e os que mais se lhe entregam acabam no fastio e indiferença.”

A frase acima - bastante atual - é uma das "Bonifrases" do site José Bonifácio - Obra Completa.
Além da História do Patriarca da Independência, há também o mapa das viagens, a genealogia e mais de cem frases que dão uma amostra da eloquência de José Bonifácio, ora ácida, ora filosófica, mas sempre inteligente.
Clique aqui para ir ao site

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Academia Brasileira de Letras tem sistema de busca para a nova ortografia da Língua Portuguesa

O sistema de busca do Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa, quinta edição, 2009, contém 381.000 verbetes, as respectivas classificações gramaticais e outras informações conforme descrito no Acordo Ortográfico.

Com este sistema de pesquisar você poderá checar se a palavra que você deseja escrever está correta. Ou seja, se há dúvida na grafia de uma palavra, basta digitar na pesquisa e o sistema irá retornar se a palavra existe, a grafia e o tipo de verbete (se é substantivo, adjetivo, etc). A busca não é um dicionário, ou seja, não irá retornar o significado das palavras.



Para pesquisar no Vocabulário, o usuário deverá digitar:

* parte da palavra, terminada com asterisco (ex : am* - nesse caso serão listadas todas as palavras que começam por am)
* ou a palavra inteira, com espaço em branco no final, acionando a barra de espaço do teclado (ex : amizade)

Clique aqui para acessar a busca

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

História de Cubatão em Livro Grátis para Download

O livro Cubatão - Caminhos da História, lançado em fevereiro de 2009, de autoria de Cesar Cunha Ferreira, Francisco Rodrigues Torres e Welington Ribeiro Borges, que teve sua tiragem integralmente distribuída a escolas e bibliotecas de todo o Brasil, agora está disponível para download gratuito - incluindo a capa - no site Novo Milênio, do jornalista Carlos Pimentel Mendes.

A obra foi produzida com apoio da Lei de Incentivo à Cultura do Ministério da Cultura e patrocinada pela indústria Carbocloro.
 
Cubatão - Caminhos da História é uma fonte de pesquisa importante, especialmente para os estudantes da Baixada Santista.

Para fazer o download, acesse a página do Jornal Eletrônico Novo Milênio, clique aqui ou na capa do livro acima.

CUBATÃO

Cubatão é um município do estado de São Paulo, na Região Metropolitana da Baixada Santista.

A população aferida na contagem de 2008 foi de 127.702 habitantes. A cidade ocupa 142,3 km² de área, o que resulta numa densidade demográfica de 845,3 hab/km².

Faz divisa com os municípios de Santo André, ao norte, Santos, ao leste, a Baía de Santos, ao sul, São Vicente, a sudoeste e São Bernardo do Campo, a noroeste.

Com um grande parque industrial, Cubatão enfrentou no passado a ameaça constante da poluição. Contudo, com a união entre indústrias, comunidade e governo, a cidade conseguiu controlar 92% das suas fontes poluidoras. Em 1992 recebeu da ONU o título de "Cidade Símbolo da Recuperação Ambiental".

VISITE O SITE OFICIAL DO MUNICÍPIO DE CUBATÃO:

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

IBGE divulga população das cidades brasileiras

O IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística divulgou hoje a estimativa das populações residentes em 1º de Julho de 2009, segundo os municípios.

No estado de São Paulo, as 20 cidades mais populosas são:

1 - São Paulo - 11.037.593
2 - Guarulhos - 1.299.283
3 - Campinas - 1.064.669
4 - São Bernardo do Campo - 810.979
5 - Osasco - 718.646
6 - Santo André - 673.396
7 - São José dos Campos - 615.871
8 - Sorocaba - 584.313
9 - Ribeirão Preto - 563.107
10 - São José do Rio Preto - 419.632
11 - Mauá - 417.458
12 - Santos - 417.098
13 - Diadema - 397.738
14 - Carapicuíba - 392.701
15 - Mogi das Cruzes - 375.268
16 - Piracicaba - 368.843
17 - Bauru - 359.429
18 - Itaquaquecetuba - 359.253
19 - Jundiaí - 349.929
20 - Franca - 330.938


Aqui, a população dos nove municípios da Região Metropolitana da Baixada Santista:

Santos - 417.098
São Vicente - 330.795
Guarujá - 308.058
Praia Grande - 249.551
Cubatão - 129.582
Itanhaém - 87.338
Mongaguá - 44.087
Peruíbe - 57.686
Total da Região Metropolitana da Baixada Santista (RMBS): 1.624.195

Baixe aqui a lista completa os municípios mais populosos do Brasil e os menos populosos também. A lista engloba todos os municípios brasileiros(em formato PDF) Clique abaixo:


ou você pode fazer o download da lista completa da população do Brasil aqui: http://bit.ly/ibge2009

Para abrir arquivos em PDF é necessário um Leitor (Reader) de PDF - veja em:
http://pechini.blogspot.com/2008/06/leitor-de-arquivo-pdf-foxit.html

quarta-feira, 18 de junho de 2008

Os 150 Municípios mais populosos do Brasil

Lista do site do IBGE mostra os 150 municípios mais populosos do Brasil em 2007.
Esta pesquisa é a mais recente, e são dados do IBGE, provenientes da Contagem da População, com data de referência em 1º de abril de 2007, dos 5.435 municípios brasileiros que foram objetos desse levantamento censitário. Para os demais municípios, em um total de 128, e o Distrito Federal estão apresentadas as estimativas da população residente para a mesma data de referência, totalizando, assim, 5.564 municípios.

São 14 municípios com mais de um milhão de habitantes:

POS HABITANTES - UF - MUNICÍPIOS
1 - 10.886.518 - SP - São Paulo *
2 -- 6.093.472 - RJ - Rio de Janeiro *
3 -- 2.892.625 - BA - Salvador *
4 -- 2.455.903 - DF - Brasília *
5 -- 2.431.415 - CE - Fortaleza *
6 -- 2.412.937 - MG - Belo Horizonte *
7 -- 1.797.408 - PR - Curitiba *
8 -- 1.646.602 - AM - Manaus
9 -- 1.533.580 - PE - Recife *
10 - 1.420.667 - RS - Porto Alegre *
11 - 1.408.847 - PA - Belém *
12 - 1.244.645 - GO - Goiânia *
13 - 1.236.192 - SP - Guarulhos *
14 - 1.039.297 - SP - Campinas *

DEMAIS MUNICÍPIOS:

POS.HABITANTES UF - MUNICÍPIO
15 - 960.631 - RJ - São Gonçalo *
16 - 957.515 - MA - São Luís
17 - 896.965 - AL - Maceió
18 - 842.686 - RJ - Duque de Caxias *
19 - 830.672 - RJ - Nova Iguaçu *
20 - 781.390 - SP - São Bernardo do Campo *
21 - 779.939 - PI - Teresina
22 - 774.230 - RN - Natal
23 - 724.524 - MS - Campo Grande
24 - 701.012 - SP - Osasco *
25 - 674.762 - PB - João Pessoa
26 - 667.891 - SP - Santo André *
27 - 665.387 - PE - Jaboatão dos Guararapes *
28 - 608.650 - MG - Contagem *
29 - 608.369 - MG - Uberlândia *
30 - 594.948 - SP - São José dos Campos *
31 - 571.997 - BA - Feira de Santana *
32 - 559.157 - SP - Sorocaba *
33 - 547.417 - SP - Ribeirão Preto *
34 - 526.831 - MT - Cuiabá
35 - 520.303 - SE - Aracaju
36 - 513.348 - MG - Juiz de Fora *
37 - 497.833 - PR - Londrina *
38 - 487.003 - SC - Joinville *
39 - 484.278 - PA - Ananindeua *
40 - 480.555 - RJ - Belford Roxo *
41 - 475.303 - GO - Aparecida de Goiânia *
42 - 474.002 - RJ - Niterói *
43 - 464.282 - RJ - São João de Meriti *
44 - 426.154 - RJ - Campos dos Goytacazes *
45 - 418.288 - SP - Santos *
46 - 415.098 - MG - Betim *
47 - 402.770 - SP - São José do Rio Preto *
48 - 402.643 - SP - Mauá *
49 - 399.038 - RS - Caxias do Sul *
50 - 398.068 - ES - Vila Velha *
51 - 396.723 - SC - Florianópolis *
52 - 391.433 - PE - Olinda *
53 - 386.779 - SP - Diadema *
54 - 385.370 - ES - Serra *
55 - 379.566 - SP - Carapicuíba *
56 - 371.060 - PB - Campina Grande
57 - 369.345 - RO - Porto Velho
58 - 362.991 - SP - Mogi das Cruzes *
59 - 358.108 - SP - Piracicaba *
60 - 356.536 - ES - Cariacica *
61 - 352.384 - MG - Montes Claros *
62 - 347.601 - SP - Bauru *
63 - 344.153 - AP - Macapá
64 - 342.983 - SP - Jundiaí *
65 - 339.934 - RS - Pelotas *
66 - 334.914 - SP - Itaquaquecetuba *
67 - 329.112 - MG - Ribeirão das Neves *
68 - 326.458 - RS - Canoas *
69 - 325.968 - PR - Maringá *
70 - 325.544 - GO - Anápolis *
71 - 323.599 - SP - São Vicente *
72 - 319.094 - SP - Franca *
73 - 316.906 - CE - Caucaia *
74 - 314.042 - ES - Vitória *
75 - 311.336 - PR - Foz do Iguaçu *
76 - 308.204 - BA - Vitória da Conquista *
77 - 307.284 - PE - Paulista *
78 - 306.645 - RJ - Petrópolis *
79 - 306.351 - PR - Ponta Grossa *
80 - 296.150 - SP - Guarujá *
81 - 292.972 - SC - Blumenau *
82 - 290.639 - AC - Rio Branco
83 - 289.086 - PE - Caruaru *
84 - 287.760 - MG - Uberaba *
85 - 285.784 - PR - Cascavel *
86 - 274.285 - PA - Santarém *
87 - 272.734 - SP - Limeira *
88 - 268.777 - SP - Suzano *
89 - 268.339 - PE - Petrolina *
90 - 265.514 - SP - Taubaté *
91 - 263.622 - PR - São José dos Pinhais *
92 - 263.403 - RS - Santa Maria *
93 - 261.150 - RS - Gravataí *
94 - 260.396 - MG - Governador Valadares *
95 - 255.653 - RJ - Volta Redonda *
96 - 253.264 - RS - Viamão *
97 - 253.067 - RS - Novo Hamburgo *
98 - 252.748 - SP - Barueri *
99 - 249.853 - RR - Boa Vista
100 - 242.139 - CE - Juazeiro do Norte *
101 - 238.397 - MG - Ipatinga *
102 - 237.318 - SP - Embu *
103 - 234.390 - RN - Mossoró
104 - 233.916 - PR - Colombo *
105 - 233.806 - SP - Praia Grande *
106 - 232.171 - RJ - Magé *
107 - 230.538 - BA - Juazeiro *
108 - 230.307 - MT - Várzea Grande
109 - 229.671 - MA - Imperatriz
110 - 228.696 - SP - Sumaré *
111 - 222.507 - MG - Santa Luzia *
112 - 220.495 - BA - Camaçari *
113 - 220.144 - BA - Ilhéus *
114 - 219.200 - SP - Taboão da Serra *
115 - 218.113 - SP - Marília *
116 - 217.506 - MG - Sete Lagoas *
117 - 215.792 - RJ - Itaboraí *
118 - 212.956 - SP - São Carlos *
119 - 210.604 - BA - Itabuna *
120 - 209.921 - MG - Divinópolis *
121 - 207.721 - RS - São Leopoldo *
122 - 207.142 - RS - Alvorada *
123 - 207.028 - SP - Jacareí *
124 - 202.789 - SP - Presidente Prudente *
125 - 202.398 - AL - Arapiraca
126 - 199.094 - SP - Americana *
127 - 197.301 - CE - Maracanaú *
128 - 196.887 - SC - São José *
129 - 196.468 - PA - Marabá *
130 - 196.046 - GO - Luziânia *
131 - 195.815 - SP - Araraquara *
132 - 195.288 - ES - Cachoeiro de Itapemirim *
133 - 194.351 - RS - Rio Grande *
134 - 193.686 - SP - Itapevi *
135 - 190.781 - SP - Hortolândia *
136 - 185.506 - SC - Criciúma *
137 - 185.421 - SP - Rio Claro *
138 - 184.318 - SP - Santa Bárbara d'Oeste *
139 - 183.300 - RS - Passo Fundo *
140 - 182.495 - RJ - Mesquita *
141 - 181.869 - MS - Dourados
142 - 178.839 - SP - Araçatuba *
143 - 178.386 - TO - Palmas
144 - 177.376 - RJ - Nova Friburgo *
145 - 176.895 - CE - Sobral *
146 - 175.315 - RJ - Barra Mansa *
147 - 173.508 - SP - Indaiatuba *
148 - 172.823 - SP - Cotia *
149 - 172.783 - MT - Rondonópolis
150 - 172.751 - RN - Parnamirim

Fonte: IBGE, Contagem da População 2007 e Estimativas da População 2007. Data de Referência: 01/04/2007.
Enviadas para o TCU em 14/11/2007.
Nota: (*) População estimada.
POS = Posição na lista.
UF = Unidade da Federação (Estados ou Distrito Federal)

Para utilizar os dados acima, em trabalhos escolares, por exemplo, escolha uma ou mais cidades. Por exemplo, a cidade de Parnamirim, no Rio Grande do Norte, está na 150.ª posição de município mais populoso do Brasil, com 172.751 habitantes, segundo dados do IBGE/2007. Já a cidade de São Paulo é a mais populosa do Brasil, ocupa a primeira posição com 10.886.518 habitantes, ou seja, mais de 10 milhões de habitantes. Já a cidade de São Vicente, no estado de São Paulo ocupa a 71ª. posição com 323.599 habitantes.

Acima estão apenas as 150 cidades mais populosas, mas o Brasil tem 5.564 municípios. Caso você queira encontrar a sua cidade, procure na lista completa com todos os municípios do Brasil no site: http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/contagem2007/popmunic2007layoutTCU14112007.xls e outras tabelas em http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/contagem2007/


ATUALIZAÇÃO DO BLOG - 14/08/2009:
IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística: estimativa das populações residentes em 1º de Julho de 2009, segundo os municípios. CLIQUE AQUI

sexta-feira, 14 de março de 2008

Trabalho escolar: Poluição - Fotos





Para fazer um bom trabalho escolar, faça textos com suas próprias palavras, sobre essas imagens que você vê acima. Aqui, algumas dicas de como fazer um trabalho escolar.

Exemplo: sobre a foto que tem os surfistas em meio a uma praia repleta de garrafas "PET" (que são aquelas garrafas plásticas de refrigerantes): fale sobre a reciclagem do plástico, se essas garrafas tivessem sido encaminhadas para a reciclagem, certamente não estariam poluindo a praia. Fale sobre a reciclagem em sua cidade, sobre a importância de se reaproveitar papéis, metais e plásticos. Também é importante diminuir o uso de sacolas plásticas de supermercado. Que tal levar sua própria sacola ou usar as caixas de papelão?

Sobre o rio mais poluído do Mundo, o Citarum, que fica na Indonésia. Fale sobre a conscientização da população em não jogar lixo em córregos, rios e mares. Importante fato a ser destacado é o Serviço de Limpeza Pública Urbana da sua cidade. Quem faz, quantas vezes por semana. O serviço na sua cidade é eficaz? Outro aspecto importante é a educação da população para jogar o lixo no Lixo.

Sobre a triste foto do pássaro que está sujo de óleo que foi derramado no mar. Se esse pássaro tiver sorte, haverá uma equipe que cuidará dele e tentará salvá-lo. Mas muitas aves, peixes são contaminados pela poluição ocasionada pelo derramamento de óleo no mar e acabam morrendo. Um bom assunto é falar em seu trabalho escolar sobre os navios petroleiros que se acidentam e derramam milhares de litros de óleo nos oceanos, e muitas vezes sujam as praias, porém já sujaram antes boa parte do mar. Isso sem contar as regiões portuárias, onde diversas embarcações de pequeno e grande porte acabam derramando o combustível nas regiões litorâneas.

Para fazer um bom trabalho escolar, lembre-se de antes de mais nada conhecer mais sobre o assunto, ler e se informar de fatos atuais também. Um bom texto deve ter começo, meio e fim. Ou seja, iniciar o assunto com uma introdução, ou seja, fazer um explanação geral sobre o assunto. Ao longo do texto, detalhar alguns fatos importantes. E no final do trabalho, a "Conclusão", ou seja, as suas sugestões do que deve ser feito, e também você deve fazer uma boa descrição do que achou sobre os assuntos tratados.